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Professor mostra que não é preciso ser nerd para se dar bem em matemática no ENEM

Aos 20 anos, o carioca João Carnevale formou-se em Matemática na PUC-Rio e já cursa o mestrado. Crédito da foto: Assessoria de Imprensa CTC/PUC-Rio

Aos 20 anos, o carioca João Carnevale formou-se em Matemática na PUC-Rio e já cursa o mestrado.
Crédito da foto: Assessoria de Imprensa CTC/PUC-Rio

A prova de Matemática no Enem avalia as seguintes competências: Números (naturais, inteiros, racionais e reais), Gráficos e Tabelas, Geometria, Grandezas e Medidas, Álgebra e Estatísticas. Conteúdos que, em geral, são dominados por estudantes conhecidos como “nerds”.

Extrovertido, comunicativo e lutador de artes marciais, João Carnevale foge do estereótipo do chamado “nerd”. Ele tem 20 anos, é matemático e já dá aulas no Centro Técnico Científico da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), onde também cursa um mestrado. A Matemática como hobby vem de longa data, pois desde os 9 anos o jovem já demonstra habilidade com operações matemáticas.

“Não gosto desta denominação de nerd, acho que qualquer pessoa tem condições de aprender desde que faça um esforço para gostar de estudar”, expõe Carnevale, que sempre gostou de praticar esportes e nos tempos de escola era considerado um aluno bagunceiro. “Para gostar de matemática você não precisa viver preso em casa e muitas vezes vai aprender mais conversando e debatendo com os outros, do que lendo algo sozinho”, desabafa o jovem professor.

Competições

Ainda com 11 anos e estudante de 7º ano do ensino fundamental, João foi convidado para participar da Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM) e da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP). Desde então foram 11 premiações, entre elas o Third Prize (Terceiro Prêmio) na International Mathematics Competition for University Students (IMC) e o Concurso Internacional de Matemática para Estudantes Universitários de 2014.

Segundo ele, a participação em competições foi fator decisivo para que escolhesse a área de exatas como profissão. O amor foi logo à primeira prova. “Era algo que mexia diretamente com sua intuição e criatividade, diferente da matemática que se aprende no colégio”, revela João Carnevale sobre os desafios propostos na sua primeira competição.

O professor esclarece, ainda, que as provas não são interdisciplinares, mas a autonomia nos estudos para as fases das olimpíadas ajudaram bastante no aprendizado para outras matérias. “Fiquei mais independente das aulas dos professores e conseguia absorver bem o conteúdo dos livros de praticamente todas as matérias”, explica como se beneficiou das competições na vida escolar.

Mais do que aprender Matemática, as competições que João participou foram essenciais para que ele aprendesse a estudar. “Quem consegue aprender matemática, aprende a se concentrar melhor e estuda qualquer outra coisa”, revela o jovem que, apesar do sucesso, considera matemática uma matéria difícil.

Desafio de Estudar Matemática

Para João Carnevale, a grande motivação para estudar matemática está nos desafios que a disciplina propõe. Uma das dicas do professor é não se prender a fórmulas ensinadas na escola e encarar cada problema como mistérios que precisam ser desvendados. Acima de tudo, recomenda reflexão e debate sobre cada problema e suas diferentes formas de solução.

Estudar a matéria como uma obrigação também não ajuda. “Ao mesmo tempo uma disciplina que é completamente abstrata e desconectada da nossa realidade, se encaixa nas mais diversas aplicações ao nosso dia a dia, por isso se maravilhe com o poder de abstração da matemática”, recomenda.

Dicas

No que diz respeito ao Enem e aos vestibulares, João acredita que a preparação acontece durante todo o período escolar, por isso nada substitui o contato com as disciplinas no ensino médio. “É preciso aprender e absorver bem tudo o que é passado pra você nos anos de escola e não estudar só pra avaliação”, pontua.

O professor recomenda ainda uma organizada rotina de estudos e disciplina para conseguir estruturar o conteúdo que precisa ser revisto durante o ano. Não é preciso abrir mão de todas as atividades, mas vai ser necessário deixar de lado afazeres que ocupem muito tempo e investir um pouco mais nos estudos no ano do vestibular.

Segundo o professor, não existe fórmula secreta para aprender matemática. É preciso antes de qualquer coisa dedicação e, se for preciso, algumas noites em claro para resolver os problemas. Mas é possível tomar atitudes simples para facilitar os estudos:

– Independente da matéria, não deixe para estudar tudo nos últimos dias antes da prova;
– Crie uma rotina de estudos durante todo o período escolar e, na época do vestibular ou Enem, bastará revisar os conteúdos;
– Não tenha preguiça de estudar;
– Tenha contato com a resolução de exercícios, mas é fundamental resolver alguns sozinho;
– Seja crítico sobre o quanto você realmente sabe do conteúdo.

Assuntos de História mais cobrados no Enem

Para entrar no ritmo do Enem, hoje, vamos falar sobre os três assuntos de História mais cobrados no exame. Animados?

Brasil Colonial

O Brasil colônia é o período entre 1500, descobrimento do país, até a vinda da família real portuguesa, em 1808. De 1500 até 1530, foi o momento de contato dos portugueses com a população indígena. Os europeus passaram a ter os mais diversos pensamentos sobre nossa terra desde a demonização até imagens paradisíacas. Foi no momento inicial também, que se deu a exploração do pau-brasil. Em 1530, foi estabelecido o Governo Geral, que deu ao Brasil sua primeira estrutura econômica. Ao mesmo tempo, os bandeirantes iam adentrando o território brasileiro e aumentando a influência portuguesa no local.

Foi durante o Brasil colônia que o ciclo econômico do ouro se deu, principalmente, em Minas Gerais. Além disso, surgiram vários movimentos separatistas, como: Revolta de Beckman e Inconfidência Mineira.

(ENEM-2001) Os textos referem-se à integração do índio à chamada civilização brasileira.

“Mais uma vez, nós, os povos indígenas, somos vítimas de um pensamento que separa e que tenta nos eliminar cultural, social e até fisicamente.A justificativa é a de que somos apenas 250 mil pessoas e o Brasil não pode suportar esse ônus.(…) É preciso congelar essas idéias colonizadoras, porque elas são irreais e hipócritas e também genocidas.(…) Nós, índios, queremos falar, mas queremos ser escutados na nossa língua, nos nossos costumes.”

Marcos Terena, presidente do Comitê Intertribal Articulador dos Direitos Indígenas na ONU e fundador das Nações Indígenas, Folha de S. Paulo, 31 de agosto de 1994.

“O Brasil não terá índios no final do século XXI (…) E por que isso? Pela razão muito simples que consiste no fato de o  índio brasileiro não ser distinto das demais comunidades primitivas que existiram no mundo. A história não é outra coisa senão um processo civilizatório, que conduz o homem, por conta própria ou por difusão da cultura, a passar do paleolítico ao neolítico e do neolítico a um estágio civilizatório.”

Hélio Jaguaribe, cientista político, Folha de S. Paulo, 2 de setembro de 1994.

Pode-se afirmar, segundo os textos, que

a)  Tanto Terena quanto Jaguaribe propõem idéias inadequadas, pois o primeiro deseja a aculturação feita pela “civilização branca”, e o segundo, o confinamento de tribos.

b)  Terena quer transformar o Brasil numa terra só de índios, pois pretende mudar até mesmo a língua do país, enquanto a idéia de Jaguaribe é anticonstitucional, pois fere o direito à identidade cultural dos índios.

c)  Terena compreende que a melhor solução é que os brancos aprendam a língua tupi para entender melhor o que dizem os índios. Jaguaribe é de opinião que, até o final do século XXI, seja feita uma limpeza étnica no Brasil.

d)  Terena defende que a sociedade brasileira deve respeitar a cultura dos índios e Jaguaribe acredita na inevitabilidade do processo de aculturação dos índios e de sua incorporação à sociedade brasileira.

e)  Terena propõe que a integração indígena deve ser lenta, gradativa e progressiva, e Jaguaribe propõe que essa integração resulte de decisão autônoma das comunidades indígenas.

GABARITO: D

Império

Este foi o período de 1822 até 1889. Em 1822, foi ano que o Brasil se declarou independente, e assim, o período foi divido em Primeiro Reinado,  Período Regencial e Segundo Reinado. O Primeiro Reinado foi quando o Brasil deixou de ser uma colônia e abrigou a família real portuguesa. Período Regencial foi quando Dom Pedro I abdicou o trono e D. Pedro II, menor de idade, teve que tomar o poder. O Segundo Reinado teve Dom Pedro II no poder e foi o momento onde o país passou por várias transformações econômicas e culturais.

(ENEM-2013)

assuntos de história mais cobrados no enem 1

MOREAUX, F.R. Proclamação da Independência. Disponível em: www.tvbrasil.org.br. Acesso em 14 jun. 2010. (Foto: Enem)

assuntos de história mais cobrados no enem 2

FERREZ, M. D. Pedro II. SCHWARCZ, L.M. As barbas do Imperador. D. Pedro II, um monarca nos trópicos. São Paulo: Cia das Letras, 1998.

As imagens, que retratam D. Pedro I e D. Pedro II, procuram transmitir determinadas representações políticas acerca dos dois monarcas e seus contextos de atuação. A ideia que cada imagem evoca é, respectivamente:

a) Habilidade militar – riqueza pessoal.

b) Liderança popular – estabilidade política.

c) Instabilidade econômica – herança europeia.

d) Isolamento político – centralização do poder.

e) Nacionalismo exacerbado – inovação administrativa.

GABARITO: B

Primeira República

Este período teve início no fim do império, em 1889, e foi até a Revolução de 30. Inicialmente, tivemos a posse do presidente Prudente de Moraes, já em 1894, o cargo passou a ser de militares, sendo o primeiro, Marechal Dedodoro da Fonseca. Um marco nesse período foi a constituição de 1891. Esta adotou o presidencialismo e o federalismo como forma de organizar o Estado. Outro ponto importante do período, foi a política do Café com Leite, onde alianças entre os estados de São Paulo e Minas Gerais os faziam alternar quem estaria no poder. Além disso, foi na república velha que surgiu o coronelismo. Em 1914, a república entrou em declínio, o café não era mais um produto forte e a crise mundial de 1929 também afetou o Brasil. O fim foi marcado por um golpe militar.

(ENEM-2011)

Até que ponto, a partir de posturas e interesses diversos, as oligarquias paulista e mineira dominaram a cena política nacional na Primeira Republica? A união de ambas foi um traço fundamental, mas que não conta toda a historia do período. A união foi feita com a preponderância de uma ou de outra das duas frações. Com o tempo, surgiram as discussões e um grande desacerto final

FAUSTO, B. História do Brasil. São Paulo: Ed. USP, 2004 (adaptado).

A imagem de um bem-sucedido acordo café com leite entre São Paulo e Minas, um acordo de alternância de presidência entre os dois estados, não passa de uma idealização de um processo muito mais caótico e cheio de conflitos. Profundas divergências políticas colocavam-nos em confronto por causa de diferentes graus de envolvimento no comércio exterior.

TOPIK, S. A presença do estado na economia política do Brasil de 1889 a 1930.
Rio de Janeiro: Record, 1989 (adaptado).

Para a caracterização do processo político durante a Primeira Republica, utiliza-se com frequência a expressão Política do Café com Leite. No entanto, os textos apresentam a seguinte ressalva a sua utilização:

a)       A riqueza gerada pelo café dava a oligarquia paulista a prerrogativa de indicar os candidatos a presidência, sem necessidade de alianças.

b)        As divisões políticas internas de cada estado da federação invalidavam o uso do conceito de aliança entre estados para este período.

c)        As disputas políticas do período contradiziam a suposta estabilidade da aliança entre mineiros e paulistas.

d)       A centralização do poder no executivo federal impedia a formação de uma aliança duradoura entre as oligarquias.

e)        A diversificação da produção e a preocupação com o mercado interno unificavam os interesses das oligarquias.

GABARITO: C

 

10 coisas que você não deve fazer durante os estudos

10things_postQuando você precisa estudar para algum vestibular ou prova, é crucial saber otimizar seu tempo da melhor maneira e também saber estudar da melhor forma possível. Confira abaixo 10 dicas do que você não deve fazer durante o seu processo de estudos:

Não estude em um grupo que irá te distrair:

Pode ser divertido e menos entediante estudar com os amigos, mas você deve escolher um grupo certo e que seja produtivo para os seus estudos. Grupos de estudos podem ser úteis quando eles ajudam a manter o foco e tornam o processo de aprendizagem mais fácil, por isso estude com amigos que tenham o mesmo objetivo e determinação que você.

Não use roupas desconfortáveis ao estudar:

Você provavelmente pode nunca ter pensado como a roupa que você usa afeta no seu processo de aprendizagem. Mas é fácil perceber que quando seu jeans está muito apertado ou o seu casaco não está te esquentando o suficiente, a sua concentração acaba sendo perdida por isso. Use sempre roupas confortáveis e que não te causem nenhum incômodo.

Não estude um dia antes da prova:

As 24 horas restantes antes da prova podem gerar crises de estresse e ansiedade, por isso, é muito importante separar um bom tempo para relaxar no dia anterior ao vestibular. Isto irá ajudar você a aliviar o estresse e a manter sua mente limpa e tranquila para a prova.

Não estude em um ambiente com muitas distrações:

Achar o lugar perfeito para estudar pode ser uma tarefa difícil, mas é essencial para uma maior produtividade nos estudos. É muito fácil você se distrair em lugares que tenham muita movimentação e barulho ou, até mesmo, dentro de casa quando você não tem silêncio o suficiente para se concentrar. Procure descobrir qual tipo de ambiente te permite ser o mais eficiente e produtivo.

Não faça resumos que gastem muito do seu tempo:

Pode ser interessante criar resumos e fichamentos da matéria que você está aprendendo, mas isso realmente irá te ajudar a estudar? Tenha certeza que as suas técnicas de estudos estão sendo úteis e não estão somente tomando parte do seu tempo.

Não deixe as redes sociais te distraírem:

É tão fácil você tirar 10 minutos de pausa durante os estudos para checar as notificações no Facebook, Instagram, Twitter… Também é muito fácil que esses 10 minutos de descanso, se tornem 30 minutos de procrastinação. Se você se distrai muito facilmente com as redes sociais, tente desligar seu telefone durante os estudos.

Não estude de barriga vazia:

É bem difícil se concentrar quando o seu estomago está roncando. Estudar com a barriga vazia irá fazer com que a sua mente se concentre mais na sua fome do que no conteúdo que está sendo aprendido. Tenha certeza de que você está bem alimentado antes abrir o livro ou começar os exercícios. Isto irá evitar com que você se distraia e perca o foco tendo que parar seu processo de aprendizagem para se alimentar.

Não fique se comparando aos outros:

É comum você querer ficar comparando o quanto o seu amigo está estudando a mais que você para o vestibular. Mas é preciso entender que as pessoas estudam em formas e ritmos diferentes. Não se estresse achando que você não está estudando o suficiente apenas porque outra pessoa tem uma rotina de estudos mais intensa que a sua. Foque apenas no que você está fazendo e os resultados irão aparecer como consequência do seu esforço.

Não estude mais que o seu limite:

Se você estudar além do seu limite, o cansaço irá fazer com que você não absorva nenhuma informação durante os estudos. Tomar café ou algum estimulante só adia o cansaço, que pode voltar muito mais forte. O ideal é sempre colocar sua saúde em primeiro lugar e tirar o descanso necessário para refortalecer as suas energias.

Não deixe de criar hábitos em seus estudos:

É muito importante você criar “padrões” durante os seus estudos. Por exemplo, reúna tudo o que você precisa sempre antes de estudar, como canetas, cadernos, livros, etc. Isso além de manter a sua organização, poderá evitar distrações futuras. Além disso, também é importante criar uma rotina de estudos, saber qual é a hora que você irá sentar para estudar ao invés de fazer isso em momentos aleatórios.

Fonte: Blog do QG

Inglês no Enem: veja o que cai na prova

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A prova de inglês do Enem tem exigido dos candidatos cada vez mais afinidade com o idioma. Foi-se o tempo em que bastava decorar algumas regras de gramática e saber um mínimo de palavras para garantir uma boa nota.

O estudante que quiser se dar bem nessa prova hoje precisa ter um bom nível de vocabulário e altíssima capacidade de interpretação. As questões, em geral, estão vindo com um grau médio de complexidade e mesclam notícias jornalísticas, trechos de obras literárias, quadrinhos, imagens, etc.

 Quem optar pela prova de inglês no ato da inscrição do Enem precisa estar bem consciente da escolha. Depois não tem mais como mudar!

Veja a seguir o que cai na prova de inglês do Enem e descubra como tirar todas as questões de letra!

A prova de inglês do Enem

A prova de inglês do Enem tem cinco questões. A grande maioria delas é de interpretação de texto e exige do candidato um bom conhecimento da língua para conseguir acertar as respostas.

Na edição de 2015, o tamanho dos textos chamou a atenção. Mais extensos e complexos, deram nó na cabeça de muitos participantes – que ainda tinham que correr contra o relógio para resolver todas as questões dentro do tempo limite!

Como nos anos anteriores, o Enem tem trazido questões que demandam atenção aos detalhes, vocabulário amplo e visão de mundo. Esse padrão deve continuar a vigorar pelos próximos anos, inclusive.

O Ministério da Educação está mais interessado em saber qual é a real capacidade dos estudantes em ler e interpretar um texto em inglês corretamente. Por isso aquelas questões clássicas e simples, abordando apenas o uso do passado imperfeito ou como se escreve determinada palavra, não devem mais aparecer.

Isso não significa que gramática e ortografia vão perder espaço no Enem, pelo contrário. Elas são mais do que necessárias para o estudante conseguir ler um texto, identificar tempos verbais, pronomes, conjunções, advérbios, substantivos e adjetivos. Fique de olho!

O que cai na prova de inglês do Enem

A prova de inglês acontece no segundo dia do Enem e está dentro da área deLinguagens, Códigos e suas Tecnologias. No mesmo dia, o aluno terá que fazer ainda a prova de Matemática e a de Redação.

Para saber como estudar para a prova de inglês, é preciso antes entender três itens básicos:

  1. A prova testa sua capacidade de ler e interpretar textos em língua estrangeira.
  2. O Enem quer avaliar seu conhecimento geral, o que você sabe sobre o que acontece no Brasil e no mundo e tem relevância social, política, econômica e cultural.
  3. O Enem quer entender sua capacidade de raciocínio em outra língua.

Por isso, o que cai na prova de inglês do Enem são questões interpretativas, que exigem conhecimento vocabular, atenção aos detalhes, foco e, principalmente, visão de mundo.

Com base em tudo isso, você deve estudar:

  • Texto: leia livros, revistas, sites, blogs e jornais – tudo em inglês.
  • Música: ouça músicas que você gosta e faça a tradução das letras. Além de ser útil para expandir o vocabulário, você se diverte e relaxa um bocado!
  • Poesia: de vez em quando aparece uma questão envolvendo algum poema no Enem. Elas geralmente têm um vocabulário mais requintado e vão exigir mais conhecimento do aluno. Procure alguns poemas famosos e tente identificar as palavras e os sentidos que não são familiares a você.
  • Gramática: ela não poderia ficar de fora. Mesmo que seja difícil cair alguma questão só sobre isso no Enem, ela é fundamental para o entendimento de um texto. Dê especial atenção a tempos verbais e preposições.
  • Atualidades: todas as questões abordam temas atuais de interesse social, político, econômico e cultural. Se você está por dentro desses temas, vai ser mais fácil entender o texto apresentado.

Todos os itens acima têm um único objetivo: ampliar o vocabulário e o entendimento da estrutura da língua. Com isso você vai conseguir acertar questões de diferentes níveis no Enem sem ter que passar sufoco ou apelar para o chute.

Como se dar bem na prova de inglês do Enem

Anote algumas dicas para se dar bem na prova de inglês:

  1. Economize tempo

As questões de inglês seguem uma estrutura composta de uma introdução (texto, quadrinho, comercial, música, poesia, etc.), um enunciado em português e as cinco alternativas, também em português.

Para economizar tempo, leia antes o enunciado em português e depois siga para o texto em inglês. Isso vai ajudá-lo a chegar na questão já com um foco em mente. Como as demais provas aplicadas no mesmo dia têm questões longas e reflexivas, os poucos minutos economizados nesse processo podem ser vitais.

Mas atenção: é preciso ler o enunciado em português com muita atenção, para não cometer erros ou fazer uma interpretação equivocada.

  1. Tenha conhecimento prévio

Quando se tem conhecimento prévio sobre o tema abordado, fica mais fácil interpretar a questão e chegar à resposta correta mais rapidamente. Para isso, o segredo é ler bastante e manter-se atualizado com os principais acontecimentos do mundo e seu impacto no Brasil.

  1. Resolva as provas anteriores

O site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), instituição responsável pela realização do Enem, mantém um banco de dados com todas as provas do concurso desde 2009. Você pode baixar as últimas edições e resolver uma a uma. Isso ajuda a assimilar a estrutura pedida no exame.

Fonte: Guia da Carreira

5 dicas para interpretação de texto no Enem

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No Enem, saber interpretar um texto não é só importante para a competência de Linguagem e suas Tecnologias, mas para todas as partes da prova. A boa leitura pode ajudar você a extrair as informações necessárias e importantes em todas as áreas do conhecimento, e, consequentemente, colaborar para um bom desempenho em todas as disciplinas do Enem. Confira abaixo 5 dicas para uma boa interpretação de texto:

Leia com atenção

A leitura cuidadosa é essencial para entender a ideia que o texto quer passar. Para não perder tempo lendo e relendo várias vezes um mesmo texto, é importante atentar-se ao tipo de texto, procurar os elementos principais que demarcam a ideia central e tentar entender o objetivo daquilo que está sendo lido.

O enunciado também requer interpretação

Interpretar os textos é importante, mas uma boa interpretação do enunciado também pode fazer bastante diferença. Muitas questões do Enem podem ser indutivas ao erro, pois apresentam mais de uma alternativa que parecem corretas. Por isto, é crucial procurar entender o que, de fato, a questão está pedindo. Você pode circular ou grifar palavras chaves que te ajudem a entender o comando da questão, por exemplo.

Mantenha-se atualizado

Além da redação, muitas questões do Enem também podem exigir um conhecimento de mundo prévio para interpretá-las. Saber o que acontece no mundo é imprescindível para quem quer atingir uma boa nota, por isso é importante ficar ligado ao que está acontecendo no mundo lendo revistas e jornais para se manter informado. Além disso, muitos dos textos que caem na prova do Enem são retirados destes meios de publicação.

Procure a relação entre os textos

Se alguma questão te exigir a leitura de dois ou mais textos, primeiramente, procure o que existe em comum entre eles. Quando aparece esse tipo de questão no Enem, geralmente, é cobrada a compreensão da relação existente entre as ideias. Marque os elementos em comum que você identificar em ambos os textos, ligar pontos também pode ajudar a ter uma boa interpretação.

Tenha intenção na leitura 

Muitas vezes não é necessário ler o texto por completo para responder determinados tipos de questões. Por isso, antes de focar sua atenção no texto em si, procure no enunciado da questão o que exatamente ela quer que você identifique no material, desta forma, você poderá fazer uma leitura mais intencionada e focada naquilo que deseja achar. Essa dica pode, muitas vezes, ser útil para poupar tempo na prova do Enem.

 Fonte: Blog do QG

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