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10 coisas que você não deve fazer durante os estudos

10things_postQuando você precisa estudar para algum vestibular ou prova, é crucial saber otimizar seu tempo da melhor maneira e também saber estudar da melhor forma possível. Confira abaixo 10 dicas do que você não deve fazer durante o seu processo de estudos:

Não estude em um grupo que irá te distrair:

Pode ser divertido e menos entediante estudar com os amigos, mas você deve escolher um grupo certo e que seja produtivo para os seus estudos. Grupos de estudos podem ser úteis quando eles ajudam a manter o foco e tornam o processo de aprendizagem mais fácil, por isso estude com amigos que tenham o mesmo objetivo e determinação que você.

Não use roupas desconfortáveis ao estudar:

Você provavelmente pode nunca ter pensado como a roupa que você usa afeta no seu processo de aprendizagem. Mas é fácil perceber que quando seu jeans está muito apertado ou o seu casaco não está te esquentando o suficiente, a sua concentração acaba sendo perdida por isso. Use sempre roupas confortáveis e que não te causem nenhum incômodo.

Não estude um dia antes da prova:

As 24 horas restantes antes da prova podem gerar crises de estresse e ansiedade, por isso, é muito importante separar um bom tempo para relaxar no dia anterior ao vestibular. Isto irá ajudar você a aliviar o estresse e a manter sua mente limpa e tranquila para a prova.

Não estude em um ambiente com muitas distrações:

Achar o lugar perfeito para estudar pode ser uma tarefa difícil, mas é essencial para uma maior produtividade nos estudos. É muito fácil você se distrair em lugares que tenham muita movimentação e barulho ou, até mesmo, dentro de casa quando você não tem silêncio o suficiente para se concentrar. Procure descobrir qual tipo de ambiente te permite ser o mais eficiente e produtivo.

Não faça resumos que gastem muito do seu tempo:

Pode ser interessante criar resumos e fichamentos da matéria que você está aprendendo, mas isso realmente irá te ajudar a estudar? Tenha certeza que as suas técnicas de estudos estão sendo úteis e não estão somente tomando parte do seu tempo.

Não deixe as redes sociais te distraírem:

É tão fácil você tirar 10 minutos de pausa durante os estudos para checar as notificações no Facebook, Instagram, Twitter… Também é muito fácil que esses 10 minutos de descanso, se tornem 30 minutos de procrastinação. Se você se distrai muito facilmente com as redes sociais, tente desligar seu telefone durante os estudos.

Não estude de barriga vazia:

É bem difícil se concentrar quando o seu estomago está roncando. Estudar com a barriga vazia irá fazer com que a sua mente se concentre mais na sua fome do que no conteúdo que está sendo aprendido. Tenha certeza de que você está bem alimentado antes abrir o livro ou começar os exercícios. Isto irá evitar com que você se distraia e perca o foco tendo que parar seu processo de aprendizagem para se alimentar.

Não fique se comparando aos outros:

É comum você querer ficar comparando o quanto o seu amigo está estudando a mais que você para o vestibular. Mas é preciso entender que as pessoas estudam em formas e ritmos diferentes. Não se estresse achando que você não está estudando o suficiente apenas porque outra pessoa tem uma rotina de estudos mais intensa que a sua. Foque apenas no que você está fazendo e os resultados irão aparecer como consequência do seu esforço.

Não estude mais que o seu limite:

Se você estudar além do seu limite, o cansaço irá fazer com que você não absorva nenhuma informação durante os estudos. Tomar café ou algum estimulante só adia o cansaço, que pode voltar muito mais forte. O ideal é sempre colocar sua saúde em primeiro lugar e tirar o descanso necessário para refortalecer as suas energias.

Não deixe de criar hábitos em seus estudos:

É muito importante você criar “padrões” durante os seus estudos. Por exemplo, reúna tudo o que você precisa sempre antes de estudar, como canetas, cadernos, livros, etc. Isso além de manter a sua organização, poderá evitar distrações futuras. Além disso, também é importante criar uma rotina de estudos, saber qual é a hora que você irá sentar para estudar ao invés de fazer isso em momentos aleatórios.

Fonte: Blog do QG

Inglês no Enem: veja o que cai na prova

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A prova de inglês do Enem tem exigido dos candidatos cada vez mais afinidade com o idioma. Foi-se o tempo em que bastava decorar algumas regras de gramática e saber um mínimo de palavras para garantir uma boa nota.

O estudante que quiser se dar bem nessa prova hoje precisa ter um bom nível de vocabulário e altíssima capacidade de interpretação. As questões, em geral, estão vindo com um grau médio de complexidade e mesclam notícias jornalísticas, trechos de obras literárias, quadrinhos, imagens, etc.

 Quem optar pela prova de inglês no ato da inscrição do Enem precisa estar bem consciente da escolha. Depois não tem mais como mudar!

Veja a seguir o que cai na prova de inglês do Enem e descubra como tirar todas as questões de letra!

A prova de inglês do Enem

A prova de inglês do Enem tem cinco questões. A grande maioria delas é de interpretação de texto e exige do candidato um bom conhecimento da língua para conseguir acertar as respostas.

Na edição de 2015, o tamanho dos textos chamou a atenção. Mais extensos e complexos, deram nó na cabeça de muitos participantes – que ainda tinham que correr contra o relógio para resolver todas as questões dentro do tempo limite!

Como nos anos anteriores, o Enem tem trazido questões que demandam atenção aos detalhes, vocabulário amplo e visão de mundo. Esse padrão deve continuar a vigorar pelos próximos anos, inclusive.

O Ministério da Educação está mais interessado em saber qual é a real capacidade dos estudantes em ler e interpretar um texto em inglês corretamente. Por isso aquelas questões clássicas e simples, abordando apenas o uso do passado imperfeito ou como se escreve determinada palavra, não devem mais aparecer.

Isso não significa que gramática e ortografia vão perder espaço no Enem, pelo contrário. Elas são mais do que necessárias para o estudante conseguir ler um texto, identificar tempos verbais, pronomes, conjunções, advérbios, substantivos e adjetivos. Fique de olho!

O que cai na prova de inglês do Enem

A prova de inglês acontece no segundo dia do Enem e está dentro da área deLinguagens, Códigos e suas Tecnologias. No mesmo dia, o aluno terá que fazer ainda a prova de Matemática e a de Redação.

Para saber como estudar para a prova de inglês, é preciso antes entender três itens básicos:

  1. A prova testa sua capacidade de ler e interpretar textos em língua estrangeira.
  2. O Enem quer avaliar seu conhecimento geral, o que você sabe sobre o que acontece no Brasil e no mundo e tem relevância social, política, econômica e cultural.
  3. O Enem quer entender sua capacidade de raciocínio em outra língua.

Por isso, o que cai na prova de inglês do Enem são questões interpretativas, que exigem conhecimento vocabular, atenção aos detalhes, foco e, principalmente, visão de mundo.

Com base em tudo isso, você deve estudar:

  • Texto: leia livros, revistas, sites, blogs e jornais – tudo em inglês.
  • Música: ouça músicas que você gosta e faça a tradução das letras. Além de ser útil para expandir o vocabulário, você se diverte e relaxa um bocado!
  • Poesia: de vez em quando aparece uma questão envolvendo algum poema no Enem. Elas geralmente têm um vocabulário mais requintado e vão exigir mais conhecimento do aluno. Procure alguns poemas famosos e tente identificar as palavras e os sentidos que não são familiares a você.
  • Gramática: ela não poderia ficar de fora. Mesmo que seja difícil cair alguma questão só sobre isso no Enem, ela é fundamental para o entendimento de um texto. Dê especial atenção a tempos verbais e preposições.
  • Atualidades: todas as questões abordam temas atuais de interesse social, político, econômico e cultural. Se você está por dentro desses temas, vai ser mais fácil entender o texto apresentado.

Todos os itens acima têm um único objetivo: ampliar o vocabulário e o entendimento da estrutura da língua. Com isso você vai conseguir acertar questões de diferentes níveis no Enem sem ter que passar sufoco ou apelar para o chute.

Como se dar bem na prova de inglês do Enem

Anote algumas dicas para se dar bem na prova de inglês:

  1. Economize tempo

As questões de inglês seguem uma estrutura composta de uma introdução (texto, quadrinho, comercial, música, poesia, etc.), um enunciado em português e as cinco alternativas, também em português.

Para economizar tempo, leia antes o enunciado em português e depois siga para o texto em inglês. Isso vai ajudá-lo a chegar na questão já com um foco em mente. Como as demais provas aplicadas no mesmo dia têm questões longas e reflexivas, os poucos minutos economizados nesse processo podem ser vitais.

Mas atenção: é preciso ler o enunciado em português com muita atenção, para não cometer erros ou fazer uma interpretação equivocada.

  1. Tenha conhecimento prévio

Quando se tem conhecimento prévio sobre o tema abordado, fica mais fácil interpretar a questão e chegar à resposta correta mais rapidamente. Para isso, o segredo é ler bastante e manter-se atualizado com os principais acontecimentos do mundo e seu impacto no Brasil.

  1. Resolva as provas anteriores

O site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), instituição responsável pela realização do Enem, mantém um banco de dados com todas as provas do concurso desde 2009. Você pode baixar as últimas edições e resolver uma a uma. Isso ajuda a assimilar a estrutura pedida no exame.

Fonte: Guia da Carreira

5 dicas para interpretação de texto no Enem

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No Enem, saber interpretar um texto não é só importante para a competência de Linguagem e suas Tecnologias, mas para todas as partes da prova. A boa leitura pode ajudar você a extrair as informações necessárias e importantes em todas as áreas do conhecimento, e, consequentemente, colaborar para um bom desempenho em todas as disciplinas do Enem. Confira abaixo 5 dicas para uma boa interpretação de texto:

Leia com atenção

A leitura cuidadosa é essencial para entender a ideia que o texto quer passar. Para não perder tempo lendo e relendo várias vezes um mesmo texto, é importante atentar-se ao tipo de texto, procurar os elementos principais que demarcam a ideia central e tentar entender o objetivo daquilo que está sendo lido.

O enunciado também requer interpretação

Interpretar os textos é importante, mas uma boa interpretação do enunciado também pode fazer bastante diferença. Muitas questões do Enem podem ser indutivas ao erro, pois apresentam mais de uma alternativa que parecem corretas. Por isto, é crucial procurar entender o que, de fato, a questão está pedindo. Você pode circular ou grifar palavras chaves que te ajudem a entender o comando da questão, por exemplo.

Mantenha-se atualizado

Além da redação, muitas questões do Enem também podem exigir um conhecimento de mundo prévio para interpretá-las. Saber o que acontece no mundo é imprescindível para quem quer atingir uma boa nota, por isso é importante ficar ligado ao que está acontecendo no mundo lendo revistas e jornais para se manter informado. Além disso, muitos dos textos que caem na prova do Enem são retirados destes meios de publicação.

Procure a relação entre os textos

Se alguma questão te exigir a leitura de dois ou mais textos, primeiramente, procure o que existe em comum entre eles. Quando aparece esse tipo de questão no Enem, geralmente, é cobrada a compreensão da relação existente entre as ideias. Marque os elementos em comum que você identificar em ambos os textos, ligar pontos também pode ajudar a ter uma boa interpretação.

Tenha intenção na leitura 

Muitas vezes não é necessário ler o texto por completo para responder determinados tipos de questões. Por isso, antes de focar sua atenção no texto em si, procure no enunciado da questão o que exatamente ela quer que você identifique no material, desta forma, você poderá fazer uma leitura mais intencionada e focada naquilo que deseja achar. Essa dica pode, muitas vezes, ser útil para poupar tempo na prova do Enem.

 Fonte: Blog do QG

A importância da leitura para as questões objetivas do ENEM

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Os vestibulares e concursos avaliam o candidato a partir de questões de múltipla escolha (prova objetiva), que é uma forma rápida e direta de perceber a capacidade que cada um possui, ou seja, as potencialidades que cada um tem para a leitura, seleção, organização e interpretação das situações apresentadas.

A prova objetiva torna-se difícil, pois exige uma leitura cuidadosa, atenta aos detalhes, portanto, tudo é importante, da data em que o texto foi escrito à imagem que está sendo veiculada a ele. Não deixar que nenhuma informação se perca é essencial, pois, o leitor competente é ativo, sendo assim, ele não para na “superfície” do texto, busca sempre a sua essência.

Após a leitura atenta dos textos, passa-se para a leitura dos enunciados. Alguns serão logo descartados por não apresentarem compatibilidade com o que está sendo proposto. No entanto, há sempre aquelas duas ou três “afirmativas” que deixam o candidato em dúvida. Quando isso acontecer, lembre-se de que é a questão mais adequada que será considerada correta, logo o que deve ser analisado é a coerência interna (a lógica entre as ideias apresentadas) e a compatibilidade entre a resposta e o enunciado.

No momento da leitura, não se esqueça de que as palavras podem apresentar-se em sentido real (próprio) ou figurado – quando ganham novas significações. Logo, procure adequar o seu olhar ao contexto apresentado.

O candidato é prejudicado pelo excesso de confiança ou pela falta dela. Alguns veem a questão e a consideram tão fácil que não se preocupam em lê-la atentamente, sendo um forte candidato a perder a questão por displicência. Outros, no entanto, não se consideram aptos para responder, antes mesmo de ler as proposições, desistem sem nem ao menos ter tentado. Ambas as posturas devem ser eliminadas, pois prejudicam.

Utilizar o conhecimento de mundo, ou seja, tudo que foi aprendido ao longo da vida, seja na escola ou fora dela, é muito importante e torna-se um diferencial, pois, segundo Leonardo Boff, cada um lê com os olhos que tem.

Para finalizar, é fundamental manter a atenção concentrada, portanto, não perca o foco.

Fonte: Brasil Escola

Entenda a diferença entre Sisu, ProUni e FIES

imgfies.jpgDe uns anos para cá, ficou mais fácil entrar em uma faculdade para turbinar a carreira. Um dos motivos foi a expansão do ensino superior no Brasil. O outro foi a criação de programas federais de ampliação do acesso à graduação.

Sisu, ProUni e FIES entram nesta lista, dando a oportunidade a milhões de brasileiros de estudar em universidades públicas e privadas de todas as regiões do País.

Mas você sabe qual a diferença entre eles? Quem pode participar desses programas e o que é necessário fazer para conseguir uma vaga?

Entenda as semelhanças e diferenças entre Sisu, ProUni e FIES.

O que Sisu, ProUni e FIES têm em comum?

Antes de falarmos das diferenças, vamos entender o que o Sisu, o ProUni e o FIES têm em comum:

 São programas do Governo Federal.
  • Foram criados para ampliar e facilitar o acesso ao ensino superior no Brasil.
  • Beneficiam estudantes de todas as regiões do País.
  • As inscrições são gratuitas e acontecem duas vezes por ano, no primeiro e no segundo semestre.
  • São processos seletivos.
  • Usam a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como critério para classificar os candidatos.
  • Exigem desempenho mínimo no Enem para participar.
  • São processos automatizados e o participante se inscreve pela internet.

Com tantas semelhanças, não é de se espantar que muita gente confunda esses três programas. Veja a seguir as principais diferenças entre eles.

Qual a diferença entre Sisu, ProUni e FIES?

Apesar de usarem a nota do Enem para classificar candidatos ao benefício, ajudarem brasileiros de todas as regiões a cursar uma faculdade e serem iniciativas do Governo Federal, os três programas têm objetivos distintos. Conheça melhor cada um deles.

Sisu

O que é: O Sistema de Seleção Unificada é usado para preencher vagas em universidades públicas usando a nota do Enem. Ele já substituiu o vestibular tradicional em diversas instituições públicas de todo o Brasil e algumas reservam uma parte de suas vagas para esse processo seletivo.

Quem pode participar: quem fez a última edição do Enem e obteve nota maior do que zero na redação. Cada curso exige uma nota mínima, que pode ser consultada no momento da inscrição. Não há limite de renda para participar.

Como funciona: o candidato se inscreve, escolhe duas opções de curso entre as vagas disponíveis e o sistema preenche automaticamente as vagas, em ordem decrescente de nota do Enem (primeiro entram os que têm a nota mais alta). Os selecionados precisam levar os documentos e fazer a matrícula presencialmente na faculdade para não perder a vaga.

ProUni

O que é: O Programa Universidade para Todos oferece bolsas de estudos parciais (50%) e integrais (100%) a estudantes de baixa renda em faculdades privadas.

Quem pode participar: quem fez a edição mais recente do Enem, com pelo menos 450 pontos na média das provas objetivas e nota maior do que zero na redação. A renda familiar bruta mensal deve ser de no máximo três salários mínimos por pessoa. O candidato deve ainda ter estudado o ensino médio em escola pública ou como bolsista integral em escola privada.

Como funciona: o candidato se inscreve, escolhe duas opções de curso entre as vagas disponíveis e o sistema preenche automaticamente as vagas, em ordem decrescente de nota do Enem (primeiro entram os que têm a nota mais alta). Os selecionados precisam levar os documentos e fazer a matrícula presencialmente na faculdade para não perder a vaga.

FIES

O que é: financiamento estudantil destinado a ajudar brasileiros de baixa renda a pagarem a mensalidade da faculdade particular. O percentual de financiamento leva em consideração fatores como a renda familiar e o comprometimento dessa renda com a mensalidade do curso.

Quem pode participar: quem fez o Enem a partir de 2010, com pelo menos 450 pontos na média das provas objetivas e nota maior do que zero na redação. É preciso ter renda familiar bruta mensal de no máximo 2,5 salários mínimos por pessoa.

Como funciona: o candidato se inscreve no processo seletivo pela internet e escolhe o curso dentre as opções disponíveis. As vagas são preenchidas de acordo com o desempenho no Enem. Os pré-selecionados devem se cadastrar em outro sistema para dar início ao processo de financiamento. Em seguida, devem comprovar a documentação na faculdade para a qual foram selecionados e depois apresentar uma outra série de documentos para contratar o financiamento no banco. Durante o curso e até 18 meses depois de formado, o estudante só paga o valor referente aos juros do financiamento, em boletos trimestrais. Um ano e meio depois da formatura, começa a quitar a dívida, em parcelas mensais, com prazo de vários anos.

Sisu, ProUni ou FIES? Qual escolher?

A escolha de um desses programas depende de suas condições financeiras e de seu desempenho no Enem. O Governo Federal abre as inscrições para esses programas em uma sequência lógica, de forma que primeiro o estudante tente uma vaga na universidade pública (Sisu). Caso não consiga e cumpra os requisitos, pode tentar uma bolsa em faculdade privada (ProUni). Se ainda assim não conseguir, o candidato de baixa renda tem a possibilidade de tentar um financiamento estudantil (FIES).

Fonte: www.guiadacarreira.com.br

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