Professora de redação cria esquema valioso para Enem

Tarsila Baylão é uma professora que, como outros, resolveu usar as redes sociais para ajudar seus alunos. A poucos dias da prova do Enem, ela fez um esquema bastante simples para dar algumas dicas de redação que, como muitos de nossos leitores devem saber, é o pesadelo de vários alunos.

O material elaborado por Tarsila depois de uma vasta pesquisa em aulas no YouTube e muito material didático foi postado em uma série de seis fotos e, desde sua divulgação, o conteúdo vem sido compartilhado freneticamente. O motivo? Possivelmente a forma resumida e eficiente que ela encontrou de dar dicas preciosas de redação. Veja abaixo:

1 2 3 4 5 6Fonte: MegaCurioso

Como participar da escolha profissional de um filho?

Dr. Luiz Celso Castro de Toledo Psicólogo, mestre e doutor pelo Departamento de Psicologia Social da Universidade de São Paulo Especialista em psicoterapia, orientação profissional (ambos pela USP) e terapia familiar (Instituto Familiae)

shutterstock_184855637-2

Tradicionalmente, as inscrições para os vestibulares mais concorridos do país se iniciam no segundo semestre. Este ano, o calendário tornou-se ainda mais apertado, já que as inscrições para o Enem se encerraram no fim de julho. Vale lembrar que o Enem ganhou importância em 2009, pois ele substituirá (parcial ou integralmente) os vestibulares para várias universidades federais.

No ato da inscrição, o aluno indica um curso de sua preferência, dentre uma infinidade de possibilidades, e essa é uma escolha difícil para a maioria dos jovens. Além dos vestibulandos, os pais também se preocupam com essa decisão. Boa parte deles tem dúvidas a respeito de seu papel na escolha profissional dos filhos. Alguns, mais reservados, optam por não conversar a respeito, imaginando que, dessa forma, estarão concedendo mais liberdade para que os jovens definam seu futuro. Outros, cautelosos, apenas sugerem o que pensam, de modo sutil. Os mais autoritários acreditam saber qual o melhor caminho, desconsiderando frequentemente o que os jovens pensam e preferem. Finalmente existem aqueles que optam simplesmente por dizer o que pensam, sem exigir que os filhos concordem com suas opiniões. Apesar das diferenças, algo une os pais de vestibulandos que conheço: o receio de errar. As indagações que geralmente se fazem são: participo ou não da decisão do meu filho? Como?

Pensando sobre o assunto, lembrei-me de uma conversa que tive tempos atrás com um vestibulando de primeira viagem. Ele não conhecia muitas carreiras e as que conhecia não lhe agradavam, tinha medo de não encontrar trabalho ou de ser mal remunerado, não sabia se ficava em sua cidade ou seguia para uma metrópole. Enfim, estava precisando um bocado de ajuda. Em meio ao nosso encontro, perguntei:

— Você conversa com seus pais sobre a escolha da profissão?

— Não conversamos. Mas sei que meus pais gostariam que eu fizesse direito. Intrigado com essa afirmação enfática, perguntei como podia ter tanta certeza a respeito da preferência dos pais.

— Fácil, quando comentei que estava pensando em prestar jornalismo, meu pai ficou quieto e minha mãe mudou de assunto. Quando falei do meu interesse em artes cênicas, ele fechou a cara e ela se lembrou da filha de uma amiga que nunca encontrou emprego. No dia em que mencionei que havia reencontrado um amigo estudante de direito, meu pai abriu um sorriso e disse que eu devia convidá-lo para o churrasco do fim de semana. Minha mãe preparou meu prato preferido para o jantar. Durante o dia os dois não perderam uma chance de perguntar sobre a conversa com o meu amigo.

Assim como aquele rapaz, os jovens costumam ser muito atentos ao desejo dos pais, ainda mais quando esse desejo não é explícito. Mesmo os mais rebeldes são, geralmente, bastante sensíveis às opiniões dos familiares. Por isso não creio que seja possível deixar de influenciar (positiva ou negativamente) os filhos com nossas preferências. Mesmo quietos, nunca seremos neutros aos olhos deles. Se a neutralidade é impossível, resta perguntar: como influenciar positivamente os filhos nos momentos mais importantes de sua vida?

KEEP CALM E PARTIU ENEM!

thumb_o-que-fazer-reta-final-enem

 

Neste ano o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas) recebeu 8,6 milhões de inscrições para o ENEM. Esta já é a segunda maior edição do ENEM, acredita?! O número até assusta, mas garantimos para vocês que isso não é motivo para entrar em pânico, afinal este é o #AnoDaVitória!

E falando em arrasar, faltando menos de um mês para o ENEM, separamos algumas dicas do que fazer nesse período que antecede a prova e como não perder a cabeça (você precisará dela!) 😛

ENEM à vista: esteja preparado!

  • Aguenta coração! 💓

Assim como a preparação para o ENEM é cansativa, a própria avaliação também é. Tenha em mente que se desesperar na reta final só vai anular toda a sua preparação e, acredite, se você estudou, você irá se dar bem! Sendo assim, dê um break para a sua mente, respeite os horários de sono e não insista quando seu corpo pedir descanso.

  • Foco na aprovação! #agoraacoisaficouseria 🎯

Com poucos dias para o exame, é mais do que recomendado criar um método efetivo de estudos, se dividindo entre teoria e prática e revisão dos conteúdos. O segredo é otimizar o seu tempo, analisando quais são as suas prioridades e o que requer mais atenção.  💜

Além disso é hora de focar bastante na redação! Lembre-se: você pode tirar 1000 nessa prova e, para muitos cursos, ela tem bastante peso na seleção do SiSU! #ficadica

  • Falando em redação… 📝

Como você sabe, a redação é uma parte importantíssima no ENEM. E, o que você está fazendo para produzir uma redação nota mil?

A nossa dica é que você reserve umas 2 horas por dia para se atualizar, visitando sites de notícias, lendo redações que receberam notas máximas, assistindo a jornais, e, acima de tudo, escrevendo as suas próprias redações. É nessa fase que a prática da redação é primordial!

Construa uma solução para algum problema do nosso país ou apenas pratique com um tema já cobrado nas redações do ENEM.

  • Insista na revisão! 📖

Com o exame batendo na porta, nada de estudar conteúdos novos! Foque na revisão do que você já estudou e sabe que precisa revisar mais. Outra dica é basear-se em conteúdos que geralmente costumam cair no ENEM com grande frequência.

  • Hora de relaxar! 🌴

Não é porque o ENEM está chegando que você tem que dobrar o tempo de estudo: pelo contrário, é hora de tirar o pé do acelerador! Só assim você não chegará esgotado nos dias da prova. Desestressar nestes momentos é primordial, então se os seus pais reclamarem que você está assistindo séries de TV ou saindo com os amigos ao invés de estudar, explique para eles que é preciso relaxar também (só não vai exagerar, né?).

  • Simule sua vitória! 🏆

Agora que você já estudou as matérias, chegou a hora de colocar todo esse conhecimento adquirido em prática e, mais do que nunca, os simulados serão seus aliados nessa missão. Muitos sites oferecem simulados para você treinar e testar seus conhecimentos.  É só se cadastrar e começar a treinar 😉

E aí, curtiu as dicas? Esqueça o frio na barriga, deixe o medo de lado e #forçanaperuca! Confie em seu potencial, corra atrás do seu sonho e conte com a gente para chegar lá!

Fonte: Blog do MISSU

Professor mostra que não é preciso ser nerd para se dar bem em matemática no ENEM

Aos 20 anos, o carioca João Carnevale formou-se em Matemática na PUC-Rio e já cursa o mestrado. Crédito da foto: Assessoria de Imprensa CTC/PUC-Rio

Aos 20 anos, o carioca João Carnevale formou-se em Matemática na PUC-Rio e já cursa o mestrado.
Crédito da foto: Assessoria de Imprensa CTC/PUC-Rio

A prova de Matemática no Enem avalia as seguintes competências: Números (naturais, inteiros, racionais e reais), Gráficos e Tabelas, Geometria, Grandezas e Medidas, Álgebra e Estatísticas. Conteúdos que, em geral, são dominados por estudantes conhecidos como “nerds”.

Extrovertido, comunicativo e lutador de artes marciais, João Carnevale foge do estereótipo do chamado “nerd”. Ele tem 20 anos, é matemático e já dá aulas no Centro Técnico Científico da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), onde também cursa um mestrado. A Matemática como hobby vem de longa data, pois desde os 9 anos o jovem já demonstra habilidade com operações matemáticas.

“Não gosto desta denominação de nerd, acho que qualquer pessoa tem condições de aprender desde que faça um esforço para gostar de estudar”, expõe Carnevale, que sempre gostou de praticar esportes e nos tempos de escola era considerado um aluno bagunceiro. “Para gostar de matemática você não precisa viver preso em casa e muitas vezes vai aprender mais conversando e debatendo com os outros, do que lendo algo sozinho”, desabafa o jovem professor.

Competições

Ainda com 11 anos e estudante de 7º ano do ensino fundamental, João foi convidado para participar da Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM) e da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP). Desde então foram 11 premiações, entre elas o Third Prize (Terceiro Prêmio) na International Mathematics Competition for University Students (IMC) e o Concurso Internacional de Matemática para Estudantes Universitários de 2014.

Segundo ele, a participação em competições foi fator decisivo para que escolhesse a área de exatas como profissão. O amor foi logo à primeira prova. “Era algo que mexia diretamente com sua intuição e criatividade, diferente da matemática que se aprende no colégio”, revela João Carnevale sobre os desafios propostos na sua primeira competição.

O professor esclarece, ainda, que as provas não são interdisciplinares, mas a autonomia nos estudos para as fases das olimpíadas ajudaram bastante no aprendizado para outras matérias. “Fiquei mais independente das aulas dos professores e conseguia absorver bem o conteúdo dos livros de praticamente todas as matérias”, explica como se beneficiou das competições na vida escolar.

Mais do que aprender Matemática, as competições que João participou foram essenciais para que ele aprendesse a estudar. “Quem consegue aprender matemática, aprende a se concentrar melhor e estuda qualquer outra coisa”, revela o jovem que, apesar do sucesso, considera matemática uma matéria difícil.

Desafio de Estudar Matemática

Para João Carnevale, a grande motivação para estudar matemática está nos desafios que a disciplina propõe. Uma das dicas do professor é não se prender a fórmulas ensinadas na escola e encarar cada problema como mistérios que precisam ser desvendados. Acima de tudo, recomenda reflexão e debate sobre cada problema e suas diferentes formas de solução.

Estudar a matéria como uma obrigação também não ajuda. “Ao mesmo tempo uma disciplina que é completamente abstrata e desconectada da nossa realidade, se encaixa nas mais diversas aplicações ao nosso dia a dia, por isso se maravilhe com o poder de abstração da matemática”, recomenda.

Dicas

No que diz respeito ao Enem e aos vestibulares, João acredita que a preparação acontece durante todo o período escolar, por isso nada substitui o contato com as disciplinas no ensino médio. “É preciso aprender e absorver bem tudo o que é passado pra você nos anos de escola e não estudar só pra avaliação”, pontua.

O professor recomenda ainda uma organizada rotina de estudos e disciplina para conseguir estruturar o conteúdo que precisa ser revisto durante o ano. Não é preciso abrir mão de todas as atividades, mas vai ser necessário deixar de lado afazeres que ocupem muito tempo e investir um pouco mais nos estudos no ano do vestibular.

Segundo o professor, não existe fórmula secreta para aprender matemática. É preciso antes de qualquer coisa dedicação e, se for preciso, algumas noites em claro para resolver os problemas. Mas é possível tomar atitudes simples para facilitar os estudos:

– Independente da matéria, não deixe para estudar tudo nos últimos dias antes da prova;
– Crie uma rotina de estudos durante todo o período escolar e, na época do vestibular ou Enem, bastará revisar os conteúdos;
– Não tenha preguiça de estudar;
– Tenha contato com a resolução de exercícios, mas é fundamental resolver alguns sozinho;
– Seja crítico sobre o quanto você realmente sabe do conteúdo.

Assuntos de História mais cobrados no Enem

Para entrar no ritmo do Enem, hoje, vamos falar sobre os três assuntos de História mais cobrados no exame. Animados?

Brasil Colonial

O Brasil colônia é o período entre 1500, descobrimento do país, até a vinda da família real portuguesa, em 1808. De 1500 até 1530, foi o momento de contato dos portugueses com a população indígena. Os europeus passaram a ter os mais diversos pensamentos sobre nossa terra desde a demonização até imagens paradisíacas. Foi no momento inicial também, que se deu a exploração do pau-brasil. Em 1530, foi estabelecido o Governo Geral, que deu ao Brasil sua primeira estrutura econômica. Ao mesmo tempo, os bandeirantes iam adentrando o território brasileiro e aumentando a influência portuguesa no local.

Foi durante o Brasil colônia que o ciclo econômico do ouro se deu, principalmente, em Minas Gerais. Além disso, surgiram vários movimentos separatistas, como: Revolta de Beckman e Inconfidência Mineira.

(ENEM-2001) Os textos referem-se à integração do índio à chamada civilização brasileira.

“Mais uma vez, nós, os povos indígenas, somos vítimas de um pensamento que separa e que tenta nos eliminar cultural, social e até fisicamente.A justificativa é a de que somos apenas 250 mil pessoas e o Brasil não pode suportar esse ônus.(…) É preciso congelar essas idéias colonizadoras, porque elas são irreais e hipócritas e também genocidas.(…) Nós, índios, queremos falar, mas queremos ser escutados na nossa língua, nos nossos costumes.”

Marcos Terena, presidente do Comitê Intertribal Articulador dos Direitos Indígenas na ONU e fundador das Nações Indígenas, Folha de S. Paulo, 31 de agosto de 1994.

“O Brasil não terá índios no final do século XXI (…) E por que isso? Pela razão muito simples que consiste no fato de o  índio brasileiro não ser distinto das demais comunidades primitivas que existiram no mundo. A história não é outra coisa senão um processo civilizatório, que conduz o homem, por conta própria ou por difusão da cultura, a passar do paleolítico ao neolítico e do neolítico a um estágio civilizatório.”

Hélio Jaguaribe, cientista político, Folha de S. Paulo, 2 de setembro de 1994.

Pode-se afirmar, segundo os textos, que

a)  Tanto Terena quanto Jaguaribe propõem idéias inadequadas, pois o primeiro deseja a aculturação feita pela “civilização branca”, e o segundo, o confinamento de tribos.

b)  Terena quer transformar o Brasil numa terra só de índios, pois pretende mudar até mesmo a língua do país, enquanto a idéia de Jaguaribe é anticonstitucional, pois fere o direito à identidade cultural dos índios.

c)  Terena compreende que a melhor solução é que os brancos aprendam a língua tupi para entender melhor o que dizem os índios. Jaguaribe é de opinião que, até o final do século XXI, seja feita uma limpeza étnica no Brasil.

d)  Terena defende que a sociedade brasileira deve respeitar a cultura dos índios e Jaguaribe acredita na inevitabilidade do processo de aculturação dos índios e de sua incorporação à sociedade brasileira.

e)  Terena propõe que a integração indígena deve ser lenta, gradativa e progressiva, e Jaguaribe propõe que essa integração resulte de decisão autônoma das comunidades indígenas.

GABARITO: D

Império

Este foi o período de 1822 até 1889. Em 1822, foi ano que o Brasil se declarou independente, e assim, o período foi divido em Primeiro Reinado,  Período Regencial e Segundo Reinado. O Primeiro Reinado foi quando o Brasil deixou de ser uma colônia e abrigou a família real portuguesa. Período Regencial foi quando Dom Pedro I abdicou o trono e D. Pedro II, menor de idade, teve que tomar o poder. O Segundo Reinado teve Dom Pedro II no poder e foi o momento onde o país passou por várias transformações econômicas e culturais.

(ENEM-2013)

assuntos de história mais cobrados no enem 1

MOREAUX, F.R. Proclamação da Independência. Disponível em: www.tvbrasil.org.br. Acesso em 14 jun. 2010. (Foto: Enem)

assuntos de história mais cobrados no enem 2

FERREZ, M. D. Pedro II. SCHWARCZ, L.M. As barbas do Imperador. D. Pedro II, um monarca nos trópicos. São Paulo: Cia das Letras, 1998.

As imagens, que retratam D. Pedro I e D. Pedro II, procuram transmitir determinadas representações políticas acerca dos dois monarcas e seus contextos de atuação. A ideia que cada imagem evoca é, respectivamente:

a) Habilidade militar – riqueza pessoal.

b) Liderança popular – estabilidade política.

c) Instabilidade econômica – herança europeia.

d) Isolamento político – centralização do poder.

e) Nacionalismo exacerbado – inovação administrativa.

GABARITO: B

Primeira República

Este período teve início no fim do império, em 1889, e foi até a Revolução de 30. Inicialmente, tivemos a posse do presidente Prudente de Moraes, já em 1894, o cargo passou a ser de militares, sendo o primeiro, Marechal Dedodoro da Fonseca. Um marco nesse período foi a constituição de 1891. Esta adotou o presidencialismo e o federalismo como forma de organizar o Estado. Outro ponto importante do período, foi a política do Café com Leite, onde alianças entre os estados de São Paulo e Minas Gerais os faziam alternar quem estaria no poder. Além disso, foi na república velha que surgiu o coronelismo. Em 1914, a república entrou em declínio, o café não era mais um produto forte e a crise mundial de 1929 também afetou o Brasil. O fim foi marcado por um golpe militar.

(ENEM-2011)

Até que ponto, a partir de posturas e interesses diversos, as oligarquias paulista e mineira dominaram a cena política nacional na Primeira Republica? A união de ambas foi um traço fundamental, mas que não conta toda a historia do período. A união foi feita com a preponderância de uma ou de outra das duas frações. Com o tempo, surgiram as discussões e um grande desacerto final

FAUSTO, B. História do Brasil. São Paulo: Ed. USP, 2004 (adaptado).

A imagem de um bem-sucedido acordo café com leite entre São Paulo e Minas, um acordo de alternância de presidência entre os dois estados, não passa de uma idealização de um processo muito mais caótico e cheio de conflitos. Profundas divergências políticas colocavam-nos em confronto por causa de diferentes graus de envolvimento no comércio exterior.

TOPIK, S. A presença do estado na economia política do Brasil de 1889 a 1930.
Rio de Janeiro: Record, 1989 (adaptado).

Para a caracterização do processo político durante a Primeira Republica, utiliza-se com frequência a expressão Política do Café com Leite. No entanto, os textos apresentam a seguinte ressalva a sua utilização:

a)       A riqueza gerada pelo café dava a oligarquia paulista a prerrogativa de indicar os candidatos a presidência, sem necessidade de alianças.

b)        As divisões políticas internas de cada estado da federação invalidavam o uso do conceito de aliança entre estados para este período.

c)        As disputas políticas do período contradiziam a suposta estabilidade da aliança entre mineiros e paulistas.

d)       A centralização do poder no executivo federal impedia a formação de uma aliança duradoura entre as oligarquias.

e)        A diversificação da produção e a preocupação com o mercado interno unificavam os interesses das oligarquias.

GABARITO: C